CVM detalha piloto DLT para tokenização de valores mobiliários
Testes deverão abranger emissão, oferta, negociação, custódia e liquidação para apoiar uma futura regulação brasileira.
O que aconteceu
- A CVM apresentou em 8 de outubro as diretrizes do Projeto Piloto DLT desenvolvido pelo Grupo de Trabalho de Tokenização.
- Os testes deverão alcançar emissão, oferta, distribuição, negociação, escrituração, custódia, depósito centralizado e liquidação de valores mobiliários em redes de registro distribuído.
- Os resultados do ambiente experimental serão usados para subsidiar as bases de uma futura regulação da tokenização no mercado de capitais brasileiro.
- O grupo trabalha em quatro frentes: regulação, infraestrutura e cibersegurança, inteligência artificial e governança e articulação institucional.
O contexto da notícia
O anúncio apresenta diretrizes e um ambiente de testes; não equivale à autorização irrestrita de qualquer token nem transforma automaticamente um ativo digital em valor mobiliário regular.
Participantes continuam sujeitos às normas atuais e às competências da CVM. Regras definitivas dependerão da análise dos testes e dos atos regulatórios que vierem a ser publicados.
Por que isso importa
O piloto permite testar a infraestrutura completa antes de uma regulação permanente. Para o investidor, o ponto central é separar experimentação supervisionada de oferta já autorizada ao público.
Documento ou reportagem consultada
Esta notícia foi apurada a partir de publicação de Comissão de Valores Mobiliários, datada de 08/10/2026. Consulte a fonte informada para ver o documento ou a reportagem e eventuais atualizações.
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