Suíça avança com regra de capital mais rígida para o UBS
Câmara alta aprovou cobertura de 90% em capital principal para subsidiárias estrangeiras; comissão da câmara baixa inicia análise em 26 de outubro.
O que aconteceu
- A câmara alta da Suíça aprovou que o UBS cubra subsidiárias estrangeiras com 90% de capital principal de nível 1, o CET1.
- A exigência atual é de 60% e pode ser parcialmente atendida com instrumentos mais baratos; o governo havia proposto cobertura de 100%.
- Uma comissão da câmara baixa começará a examinar as regras em 26 de outubro, antes de uma decisão parlamentar esperada a partir de dezembro.
- O UBS considera a proposta de 90% excessiva e afirma que ela reduziria sua competitividade.
O contexto da notícia
A revisão regulatória decorre do colapso do Credit Suisse em 2023 e busca reduzir o risco que uma instituição de grande porte representa para o sistema financeiro suíço.
O texto ainda pode mudar. Há alternativas em debate e possibilidade de referendo, portanto a regra aprovada pela câmara alta não é definitiva.
Por que isso importa
Capital mais alto aumenta a capacidade de absorver perdas, mas também pode elevar custos e limitar distribuição ou expansão. O caso ilustra o equilíbrio entre estabilidade financeira e competitividade bancária.
Documento ou reportagem consultada
Esta notícia foi apurada a partir de publicação de Reuters, com decisões e propostas do Parlamento suíço, datada de 19/10/2026. Consulte a fonte informada para ver o documento ou a reportagem e eventuais atualizações.
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